Manual do Cidadão Inútil é uma sátira mordaz sobre a vida do cidadão comum diante do labirinto da burocracia moderna.
Em um mundo onde sistemas prometem servir ao cidadão, mas frequentemente parecem existir para ignorá-lo, este livro apresenta um guia irônico de sobrevivência no emaranhado de regras, protocolos e instituições que moldam a vida contemporânea.
Com humor ácido e olhar filosófico, o autor revela como estruturas criadas, em teoria, para organizar a vida coletiva acabam muitas vezes transformando o indivíduo em um personagem secundário de um sistema que ninguém parece realmente controlar.
Entre protocolos intermináveis, respostas automáticas e responsabilidades que sempre pertencem “a outro setor”, surgem os paradoxos de uma sociedade em que o cidadão existe — mas raramente é ouvido.
Mais do que uma crítica, este livro é um convite à reflexão — e também ao riso — diante das engrenagens invisíveis que fazem tantas pessoas se sentirem, todos os dias, estranhamente… inúteis.
Porque, às vezes, diante do absurdo, rir é a última forma de lucidez.
