Os seres humanos adoram imaginar que as coisas darão certo em suas vidas. É uma forma de crença. Um ode ao “pensamento positivo”, pois afinal, a esperança não é a última que morre?
Nesta época de eleições, essa crença é posta à prova. O que realmente alimenta as massas?
Promessas.
E os políticos são muito bons em fazê-las, como se estivessem oferecendo o reino dos céus a seus eleitores.
É a fome que terminará; a casa própria que estará ao alcance de todos; o emprego que não mais faltará; as obras públicas, tão necessárias, que enfim sairão do papel, entre muitas outras que façam os olhos do eleitorado brilharem enquanto colocam o número de seu candidato, na urna eletrônica.
Mas esperem, caros amigos eleitores! Já se recuperaram das ilusões perdidas nas eleições anteriores, a ponto de cometerem agora o mesmo erro?
Antes de acreditar cegamente nas palavras de seu político preferido e darem seu valioso voto a ele de graça, confiando apenas em suas palavras (geralmente vazias), façam a derradeira pergunta:
“Com que dinheiro, caro candidato/candidata, espera concretizar suas promessas?”
E dependendo da resposta, prezado eleitor, você saberá se ele está falando sério ou apenas jogando palavras ao vento.
Valorize seu voto. Não o dê a qualquer um apenas em troca de palavras bonitas que você gostaria de ouvir.
